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Toponomasticon Hispaniae (Primeira fase: 2021-2025)

 

O Toponomasticon Hispaniae tem como objetivo o estudo e divulgação de um corpus selecionado de nomes de lugar de todo o território espanhol e português e, simultaneamente, o estabelecimento de bases metodológicas sólidas para o estudo da toponímia. É constituído por seis subprojetos coordenados, sediados em diferentes universidades espanholas, que reunem mais de 60 participantes. Para cada um dos nomes de lugar realizar-se-á uma ficha toponímica, com informação geográfica, etnográfica, histórica, cartográfica e linguística; esta última incluirá a etimologia, forma fónica, motivação, classificação semântica, cognados, gentílicos e pseudogentílicos. A partir das fichas de cada topónimo desenhar-se-á uma ficha pan-hispânica que condensará a evolução de cada étimo com os resultados nos diversos territórios. Ambas as fichas disporão de ligações hipertextuais que possibilitarão buscas em múltiplas direções.

Subprojeto 1

O subprojeto “Toponímia da Galiza e Portugal” articula-se em duas equipas, a da Galiza e a de Portugal, cada uma com a sua delimitação territorial e linguística (galego e português).

Nesta primeira fase serão estudados 444 topónimos galegos e 100 portugueses, entre os quais se encontram macrotopónimos (na Galiza, os 315 concelhos do Nomenclátor oficial de 2003), corónimos, orónimos, hidrónimos e talassónimos.

A seleção procurou respeitar a representatividade linguística e geográfica. A aparente desproporção entre o número dos nomes galegos e portugueses decorre da enorme densidade toponímica da Galiza: como é sabido, com 6% do território espanhol, contem quase 35% das entidades de povoação do nomenclátor oficial; no que toca a Portugal, supera nuns dez mil o número total de núcleos nos reportórios respectivos.

 

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",

en Toponimia de Galicia e Portugal (PID2020-114216RB-C61), proyecto integrado en Toponomasticon Hispaniae, financiado por el MCIN/AEI/10.13039/501100011033/. http://toponhisp.org 

Integrantes
Membros da equipa de investigação
Ana Boullón
IP
Universidade de Santiago de Compostela
Gonzalo Navaza
UVigo
Equipa de trabalho
Paula Bouzas
Universität Göttingen
Luz Méndez
Real Academia Galega
Antón Palacio
UVigo
Andrea Santiso Arias
IES Lama das Quendas, Chantada
Esperança Cardeira
Universidade de Lisboa
Maria Alice Fernandes
Universidade do Algarve
Carlos Rocha
Centro de Linguística da Universidade de Lisboa

Subprojeto 2

Este subprojeto ocupa-se da toponímia de Astúrias, Leão, Zamora e Salamanca. Uma boa parte deste território pertence ao domínio linguístico asturiano-leonês. As línguas implicadas são o asturiano e o castelhano. Selecionou-se para a primeira fase um total de 240 topónimos do conjunto do território, atendendo à densidade toponímica, ao volume e tradição de estudos toponímicos e à maior representatividade do domínio que supõe o caso das Astúrias, pela sua situação no que respeita à vitalidade, transmissão e respaldo administrativo da língua asturiana. Na seleção procurou-se uma representação dos diferentes tipos de topónimos segundo a divisão tradicional de topónimos de base antroponímica e topónimos de base léxica (com possível motivação hidronímica, oronímica, fitonímica etc.).

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",

en Toponimia asturiano-lleonesa, proyectu integráu en Toponomasticon Hispaniae

Integrantes
Membros da equipa de investigação
Toribio Fuente Cornejo
Universidad de Oviedo
Pascual Riesco Chueca
Universidad de Sevilla
Claudia Elena Menéndez Fernández
Universidad de Oviedo
Equipa de trabalho
Ana María Cano González
Universidad de Oviedo
José Luis García Arias
Academia de la Llingua Asturiana
Héctor García Gil
Academia de la Llingua Asturiana

Subprojeto 3

O subprojeto "Toponímia de Aragão, Cantábria e La Rioja" faz parte do projeto geral Toponomasticon Hispaniae. A sua zona de estudo abrange três regiões atravessadas pelo rio Ebro, desde a nascente em Cantábria até ao curso médio em La Rioja e Aragão. Este é um território que tem como língua comum o castelhano, embora no caso de Aragão existam também o aragonês e o catalão como línguas próprias, circunstância que confere ao projeto um interesse especial na perspetiva linguística.

O objetivo é estudar 250 topónimos; concretamente, 50 por cada uma das 5 províncias que constituem as três regiões, abarcando nomes de povoações, corónimos, orónimos e hidrónimos, além de alguns talassónimos no caso de Cantábria. Deste modo, pretende-se contribuir para um conhecimento aprofundado da toponímia de Espanha dentro do macroprojeto mencionado.

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",

en Toponimia de Aragón, Cantabria y La Rioja (PID2020-114216RB-C63), proyecto integrado en el Toponomasticon Hispaniae, financiado por el MCIN/AEI/10.13039/501100011033/. https://toponhisp.org/

Integrantes

Contamos con la colaboración y asesoramiento de otros colegas no integrados en el proyecto formalmente.

Membros da equipa de investigação
Javier Giralt Latorre
IP
Universidad de Zaragoza
Francisco Javier Terrado Pablo
Universitat de Lleida
Carlos Ángel Rizos Jiménez
Universitat de Lleida
Equipa de trabalho
José Luis Ramírez Sádaba
Universidad de Cantabria
Alberto González Rodríguez
IES Santa Clara de Santander
Marcelino Cortés Valenciano
IES Las Llamas de Santander
Jesús Vázquez Obrador
Universidad de Zaragoza

Subprojeto 4

O subprojeto "Toponímia das zonas central, sul e insular atlântica" é parte do projeto geral Toponomasticon Hispaniae, em que participa um grupo de docentes e investigadores.

A nossa zona de estudo é extraordinariamente ampla e complexa, distante e distinta, pois estende-se desde o norte de Castela às Ilhas Canárias, abarcando quase por inteiro ambas as Castelas, a Extremadura e a Andaluzia, um território amplo que tem em comum o facto de ter a língua espanhola como língua romance única na atualidade.

Trata-se, pois, de um projeto ambicioso e difícil, em que tentaremos continuar o labor iniciado por grandes predecessores como um elo no projeto imenso de descrever e conhecer profundamente a toponímia de Espanha, muito rica e muito plural.

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",
Integrantes

Contamos con la colaboración y asesoramiento de otros colegas no integrados en el proyecto formalmente.

Membros da equipa de investigação
Emilio Nieto Ballester
UAM
B. Mª Sanz Alonso
U. Valladolid
Jairo Javier García Sánchez
Universidad de Alcalá (UAH)
Equipa de trabalho
José Antonio González Salgado
Campo Arqueológico de Mértola, Portugal
Marta Montilla Lillo
IGN

Subprojeto 5

Número de topónimos: 268 (Navarra: 111 / Álava: 56 / Biscaia (Bizkaia): 55 / Guipúscoa (Gipuzkoa): 46).

Critérios empregados para a seleção de topónimos:

O primeiro critério para a escolha de topónimos foi a inclusão dos nomes das províncias e das suas capitais.

O segundo critério tem que ver com o caráter dos nomes: nas quatro províncias há orónimos, hidrónimos e nomes de povoação, e também corónimos tradicionais.

O terceiro critério relaciona-se com a etimologia dos topónimos, especialmente no caso de nomes de povoação: pretendeu-se incluir topónimos com origem em deantroponímicos e topónimos que na sua origem foram descritivos. Em todos eles pretendeu-se incluir nomes que tenham sufixos -vivos ou não- caraterísticos da nossa toponímia.

O quarto critério tem que ver com a presença do romance, especialmente em Álava e Navarra, e em menor medida em Biscaia. Ou seja, selecionaram-se topónimos de origem eusquérica e topónimos de origem latina ou romance.

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",
Integrantes
Membros da equipa de investigação
Patxi Xabier Salaberri Zaratiegi
Universidad Pública de Navarra (UPNA)

Subprojeto 6

Este subprojeto faz parte do projeto geral Toponomasticon Hispaniae. A sua zona de estudo é a região este da Península Ibérica, entre os rios Ter, Llobregat, Segre, Ebro, Túria, Júcar e Segura (Catalunha, Comunidade Valenciana, Ilhas Baleares, Múrcia, Albacete, Cuenca). A língua maioritária da zona é o catalão-valenciano, embora existam também zonas de língua aranesa na Catalunha, e castelhana na zona oeste da Comunidade Valenciana -variedades aragonesas e murcianas-, na região de Múrcia -variedade murciana- e nas províncias de Albacete e Cuenca.

Forma de cita:

[Autor/a]:
"Topónimo",

en Toponimia de l'Arc Mediterrani (PID2020-114216RB-C65), proyecto integrado en el Toponomasticon Hispaniae, financiado por el  MCIN/AEI/10.13039/501100011033/ http://toponhisp.org 

Integrantes
Membros da equipa de investigação
Emili Casanova
UV
Xaverio Ballester Góme
UV
Antoni Ordinas Grau
UIB
Antonio Constan Nava
UV
Equipa de trabalho
Albert Turull Rubinat
UdL
Àngela Buj Alfara
doctora
Assumció Rehués Estivill
doctora
Enric Ribes i Marí
Director de l’Oficina d’Onomàstica de l’IEC
Fèlix Bruguera
doctor
Joan Anton Rabella Ribas
doctor
Cap de l'Oficina d'Onomàstica de l'Institut d'Estudis Catalans
Joan Barberà i Ibiza
doctor
Joan Mateu Bellés
catedrático de Geografia jubilado
Jordi Joan Cassany Bates
doctor
Maite Mollà Vilaplana
Tècnica superior de la AVL
Mar Batlle Gutiérrez
doctor
Institut d’Estudis Catalans
Robert Pocklington Freakley
doctor por la Cambridge University
Vicent Cabanes Fitor
doctor jubilat
Vicent Terol Reig
doctor Director Archivo Municipal de Ontinyent
Xavier Gomila Pons
doctorando IES Joan Ramism Maó-Comisión de Toponimia de las Illes Balears

Mapa da Península Ibérica. Ortelius, 1601

Instituto Geográfico Nacional (Madrid)

Mapa da Península Ibérica. Ortelius, 1601.

Ministerio de ciencia
Xunta de Galicia
Instituto da Lingua Galega
UPNA
UAM
Universidad de Zaragoza

El proyecto I+D+I Toponomasticon Hispaniae está financiado por el MCIN/AEI/10.13039/501100011033/. La presente aplicación contó con una ayuda para la consolidación y estruturación de unidades de investigación competitivas de la Xunta de Galicia (ED431C 2021/20).

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